Além
de fazer os procedimentos normais, como deitar o bebé de bruços, fazer
exercício com as pernas de forma a contrair a barriga, ou as típicas
compressas de água morna, experimente misturar 2 colheres (de sopa) de
óleo vegetal de amêndoas doces + 1 gota de óleo essencial lavanda + 1
gota de óleo essencial de gerânio. Aplique na região do abdómen e nas
costas, massajando de forma circular.
Dica: use de preferência óleos biológicos, o seu bebé merece o melhor!
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Sabia que a MTC pode ajudar a diminuir a sua queda de cabelo?
A queda de cabelo é um problema que afeta cada vez mais a população. Fatores como o stress, a ansiedade e a predisposição genética estão na base da doença, porém cada caso é diferente e a origem tem que ser minuciosamente estudada para o tratamento ser eficaz.
Caso clínico:
Alopécia Areata
O que é?
A alopécia areata ou “pelada”, é uma doença de causa desconhecida, segundo a medicina convencional, e atinge igualmente homens e mulheres. Designa-se por queda repentina dos pêlos/cabelos nas áreas afetadas, sem alteração da superfície cutânea.
Paciente sexo feminino. 42 anos. Queda excessiva de cabelo desde há vários anos. Aparecimento de alopécia areata na região esquerda do occipital. Sem antecedentes familiares com sinais idênticos. Realizou anteriormente vários tratamentos tópicos e orais sem eficácia.
Foi iniciada intervenção terapêutica na área da MTC (Medicina Tradicional Chinesa) com acupuntura, nutrição energética e farmacopeia chinesa.
Paciente ainda em continuidade de tratamentos. Apresenta resultados notórios de crescimento de cabelo na zona da pelada, diminuição na queda de cabelo geral e crescimento em estado inicial de vários cabelos por todo o couro cabeludo.
Coloque as suas questões no blog, ou envie por e-mail.
Caso clínico:
Alopécia Areata
O que é?
A alopécia areata ou “pelada”, é uma doença de causa desconhecida, segundo a medicina convencional, e atinge igualmente homens e mulheres. Designa-se por queda repentina dos pêlos/cabelos nas áreas afetadas, sem alteração da superfície cutânea.
Paciente sexo feminino. 42 anos. Queda excessiva de cabelo desde há vários anos. Aparecimento de alopécia areata na região esquerda do occipital. Sem antecedentes familiares com sinais idênticos. Realizou anteriormente vários tratamentos tópicos e orais sem eficácia.
Foi iniciada intervenção terapêutica na área da MTC (Medicina Tradicional Chinesa) com acupuntura, nutrição energética e farmacopeia chinesa.
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| (Fotografia sem iniciar as intervenções terapêuticas) |
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| (Fotografia após 6 tratamentos de MTC) |
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| (Fotografia após 8 tratamentos de MTC) |
Coloque as suas questões no blog, ou envie por e-mail.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
O que esperar numa consulta de Medicina Tradicional Chinesa?
Apesar de cada vez mais a Medicina Tradicional Chinesa (MTC)
estar mais difusa, ainda chegam pessoas ao meu consultório com muitas dúvidas do
que acontece numa consulta.
Em primeiro lugar a questão que mais se coloca é:
Quem é o profissional
de saúde que exerce MTC?
Em Portugal, a legislação em vigor ainda não se encontra
concluída sobre esta matéria. [Assim que as respetivas portarias estejam em DR
falarei sobre este tema mais aprofundadamente.] Neste momento, os cursos
considerados credíveis apresentam uma duração formativa de 4 a 5 anos. No
entanto, devido à lacuna existente na lei, muitas formações de curta duração –
desde 1, 6 ou 12 meses - estão no mercado, originando profissionais mal
qualificados nesta área.
É muito importante certificar-se que o profissional que
escolheu para tratá-lo tem a formação adequada e é na verdade especialista em
MTC.
Posto isto, o profissional de MTC vai funcionar como o seu
médico de família, mas com uma visão oriental e holistica sobre a doença.
A quem se destina a
consulta de MTC?
A toda a população. Não se esqueça que a MTC é como se fosse
uma medicina geral com visão oriental. A MTC acredita que a patologia antes de
se tornar física se manifesta no campo energético da pessoa. Por isso, mesmo
sendo aparentemente saudável deverá realizar uma consulta generalista de forma
a prevenir ou intervir caso seja necessário.
“Esperar ficar doente para procurar o médico é como esperar
ter sede para começar a cavar o poço.” Imperador Amarelo
Se já apresenta uma doença vá o mais rápido possível ao seu profissional de MTC. Quanto mais cedo a intervenção menor será o tempo de duração do tratamento.
Qual a diferença
entre uma consulta de MTC e um tratamento de acupuntura?
Primeiramente é necessário perceber o que é a MTC para
depois conseguir entender a diferença entre uma coisa e outra.
A MTC é uma
medicina milenar originária da china e contempla várias práticas terapêuticas.
Apresenta uma visão holística sobre o corpo, o que significa que ao contrário
do que acontece na medicina ocidental, a MTC não reparte o corpo por áreas
específicas (vou explorar este conceito num outro post, fiquem atentos!). No
entanto recorre a vários métodos de tratamento, que passo a citar:
* Farmacopeia chinesa – trata-se de suplementos que podem
ser compostos por plantas, animais e minerais.
* Acupuntura – diz respeito a uma terapia que recorre à
estimulação de pontos de meridianos, por forma a desencadear uma determinada
resposta fisiológica ou energética.
* Tui-Nà – refere-se a massagem terapêutica chinesa, em
alguns sítios é designado por osteopatia chinesa.
* Dietoterapia Chinesa ou Nutrição Energética – uso dos
alimentos, segundo a teoria da MTC.
* Moxabustão – é uma terapia térmica, onde se recorre às
propriedades de combustão da artemísia para penetrar nos pontos de acupuntura.
Pode ser utilizada na forma de bastão, cone ou grão, direta ou indiretamente,
carbonizada ou seca.
* Ventosaterapia – tal como o nome indica, é um método de
sucção da pele por intermédio de ventosas.
* Chi Kung / Tai Chi -
trata-se de práticas físicas e respiratórias.
Para além destes métodos, podem também ser utilizados
outros, como por exemplo:
* Auriculoterapia – é uma terapia auricular que trabalha
áreas reflexas por colocação de agulhas, esferas, lancetas na orelha.
* Gua Sha – é uma técnica que consiste na raspagem
superficial da pele em partes específicas do corpo com uma espátula feita de
pedra jade.
Percebendo o que é a MTC e as suas áreas de intervenção,
fica mais fácil perceber que a diferença entre marcar uma consulta de MTC ou de
acupuntura é no método de tratamento utilizado. Quando marca uma consulta de
acupuntura, está a dizer ao profissional que apenas quer que ele recorra a este
método para tratá-lo, e ele só fará acupuntura. Quando opta por marcar uma
consulta de MTC o terapeuta é livre selecciona os métodos terapêuticos para tratar a patologia em questão. Portanto, poderá recorrer a um ou mais métodos
que mencionei acima.
Como a maioria das pessoas não está esclarecida sobre estas
diferenças, o terapeuta avalia se o paciente que marcou tratamento de
acupuntura está esclarecido sobre as diferenças, e caso ache que não é o método
de tratamento mais indicado, ele aconselha a consulta de MTC.
Atenção: alguns profissionais apenas tem competências em
acupuntura, isto não significa que sejam terapeutas de MTC. No entanto, todos
os profissionais com estudos em MTC têm competências em acupuntura.
Como é que o
profissional de MTC vai avaliar e diagnosticar?
É realizada uma anamnese profunda ao paciente, onde se
questiona patologias atuais, histórico familiar, medicação que toma, etc.
Convém levar os exames complementares de diagnóstico atuais
ou passados que possua, mesmo que não consiga fazer relação entre um problema e
outro, por exemplo: recorre à consulta de MTC devido a enxaqueca, e fez uma
ecografia à 10 anos atrás que lhe indica que tem cálculos na vesícula biliar.
Numa primeira impressão não vê relevância neste dado, mas para o profissional é
de extrema importância e poderá estar intimamente relacionado. Relembro que a
MTC tem uma visão holística sobre o corpo.
Para além disso, o profissional vai também observar a língua
e o pulso, e questionar sobre a sua transpiração, fezes, urina, alimentação e
as condições climatéricas com que mais se identifica (imaginemos: se tem uma
dor, ela piora com o frio ou com a humidade?).
Feito isto, o profissional vai identificar a síndrome manifestada
e elaborar um protocolo de tratamento.
Qual o valor médio
por consulta/tratamento?
O preço das consultas, em Portugal, pode variar , pois não existe uma Ordem que estipule valores mínimos e máximos. Em
média, a primeira consulta apresenta um valor superior às restantes, pois o
tempo de duração é superior. Geralmente, o valor, ronda entre os 25.00€ e os
60.00€, podendo sempre atingir valores superiores.
O valor da consulta
aumenta caso o profissional opte por mais do que um método de tratamento?
Por norma não. Eu, nas minhas consultas, não cobro nenhum
valor extra por optar tratar aquele paciente com acupuntura + auriculoterapia +
aconselhamento de farmacopeia chinesa, por exemplo. O valor da consulta é
estipulado e tabelado, pelo que não acho correto cobrar mais só porque o
paciente necessita de mais métodos terapêuticos.
No entanto, tenho conhecimento de algumas clínicas que
cobram um extra por cada método de tratamento utilizado, pelo material despendido (como agulhas), etc. Cada sítio é livre de ser diferente e de ter
métodos de trabalho diferentes. Por isso deverá questionar, previamente à
consulta, sobre o funcionamento do estabelecimento em causa.
Qual a duração de uma
consulta ou tratamento?
Como foi dito anteriormente, a primeira consulta tem uma
duração superior às restantes podendo atingir 1:30h. Os tratamentos seguintes,
em média, rondam os 40 a 60 minutos, dependendo dos métodos de tratamento
utilizados para o caso.
Caso tenham questões, estejam à vontade para as colocarem!
segunda-feira, 25 de maio de 2015
terça-feira, 19 de maio de 2015
Eu não quero ser perfeita!
Isto pode ser estranho de se ouvir numa primeira impressão. Não ser perfeito contraria uma das metas mais procuradas e exigidas pela humanidade.
Já à alguns dias que ando com esta frase na cabeça: "Eu não quero ser perfeita. Ser perfeita dá muito trabalho!". Ela surgiu no primeiro encontro de Reiki da clínica e que valeu a pena participar por vários motivos, um deles, para mim, foi a interiorização do que significa perfeição. Aquilo soou-me tão a mim. Fiquei a pensar.
Concluí: não faz qualquer sentido querermos obter a perfeição. A perfeição não existe. Nunca existiu. Mas porque é que a sociedade se fixa numa utopia? Mas a sociedade somos nós - pensei. Porque é que queremos ser perfeitos? A perfeição é sinónimo de impossibilidade de evolução, dado à obtenção de determinada coisa no seu grau máximo, certo? E depois? O que temos para lá do muro? Nada. Até a própria perfeição está em constante mudança (a perfeição para mim é isto, para ti aquilo...). Então se muda é porque ainda não é perfeito, correcto? Bolas, isto é confuso!
Pensei, meditei, e relaxei durante alguns dias. Epifania: a perfeição não pode ser uma meta ou um objetivo. Se ela não existe, trabalhar para tentar alcançar uma meta inalcançável dará muito trabalho, muita frustração e muito stress. É como o hamster na roda.
Então e agora? Vou contentar-me com qualquer coisa sem atribuir um grau de produtividade ou realização? Isso assim parece-me fácil. Já sei, o melhor é desistir, nem sequer começar! Mas assim sabe-me a pouco... Oh.
Ok já entendi, eu não quero ser perfeita. Eu não posso ser perfeita, isso não existe e a tentativa dá muito trabalho e não me faz chegar lá. Porque não existe um "lá". Eu não quero ser desistente, nem comodista. Eu quero ter uma meta. Uma meta alcançável. Então qual será a tua Catarina?
Já sei! Eu... quero ser como sou. Normal. Assim-assim. Para isso vou dar o melhor de mim. O melhor que posso. O melhor que consigo. O MEU máximo. E como sabes que é o máximo? Pois... Ainda não descobri. Mas um dia vou chegar "lá" com algum trabalho, alguma dedicação e - isso vos prometo - sem nenhuma frustração! E aí não vou ser perfeita. Vou ser excelente, tal como sou!
Já à alguns dias que ando com esta frase na cabeça: "Eu não quero ser perfeita. Ser perfeita dá muito trabalho!". Ela surgiu no primeiro encontro de Reiki da clínica e que valeu a pena participar por vários motivos, um deles, para mim, foi a interiorização do que significa perfeição. Aquilo soou-me tão a mim. Fiquei a pensar.
Concluí: não faz qualquer sentido querermos obter a perfeição. A perfeição não existe. Nunca existiu. Mas porque é que a sociedade se fixa numa utopia? Mas a sociedade somos nós - pensei. Porque é que queremos ser perfeitos? A perfeição é sinónimo de impossibilidade de evolução, dado à obtenção de determinada coisa no seu grau máximo, certo? E depois? O que temos para lá do muro? Nada. Até a própria perfeição está em constante mudança (a perfeição para mim é isto, para ti aquilo...). Então se muda é porque ainda não é perfeito, correcto? Bolas, isto é confuso!
Pensei, meditei, e relaxei durante alguns dias. Epifania: a perfeição não pode ser uma meta ou um objetivo. Se ela não existe, trabalhar para tentar alcançar uma meta inalcançável dará muito trabalho, muita frustração e muito stress. É como o hamster na roda.
Então e agora? Vou contentar-me com qualquer coisa sem atribuir um grau de produtividade ou realização? Isso assim parece-me fácil. Já sei, o melhor é desistir, nem sequer começar! Mas assim sabe-me a pouco... Oh.
Ok já entendi, eu não quero ser perfeita. Eu não posso ser perfeita, isso não existe e a tentativa dá muito trabalho e não me faz chegar lá. Porque não existe um "lá". Eu não quero ser desistente, nem comodista. Eu quero ter uma meta. Uma meta alcançável. Então qual será a tua Catarina?
Já sei! Eu... quero ser como sou. Normal. Assim-assim. Para isso vou dar o melhor de mim. O melhor que posso. O melhor que consigo. O MEU máximo. E como sabes que é o máximo? Pois... Ainda não descobri. Mas um dia vou chegar "lá" com algum trabalho, alguma dedicação e - isso vos prometo - sem nenhuma frustração! E aí não vou ser perfeita. Vou ser excelente, tal como sou!
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| Créditos da imagem Mélange photography by MS |
"Não procure ser perfeito, procure ser feliz , porque é isso que realmente importa." - Joicy vakiuti
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sexta-feira, 1 de maio de 2015
Só para vos deixar a pensar, neste fim-de-semana prolongado!
Na Medicina Tradicional Chinesa (MTC) o medo e a força de vontade (Zhi) são regidos pelo mesmo órgão, o Rim.
Ele armazena a tua essência...
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